Vea qué ISPs y organizaciones están implementado IPv6 en la Región de América Latina y Caribe. Conozca además detalles sobre el estado de cada una de estas implementaciones.
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País / Região |
Estado de implementação do IPv6 |
Detalhes |
| IPv6 implementado |
Atualmente implementando |
Planos de implementação |
A Universidade Pontificia Bolivariana sede Medellin tem configurado e implementado o protocolo IPv6 nos serviços DNS e WWW, sendo a primeira instituição de ensino superior em implementá-lo em produção na Colômbia.
Os prefixos IPv6 publicados são: 2801:0:3a0::/48 (outorgado pelo LACNIC) e 2001:13f8:70b0::/44 (designado por RENATA).
A Universidade Pontifícia Bolivariana, Seccional Bucaramanga, já tem implementado com IPv6, os serviços de DNS, WEB, as configurações nas estações de trabalho e nas normas de Firewall, usando a faixa de endereços 2801:0:2e0::0/48. O provedor de serviços anunciante para a Internet é a Level3.
No que diz respeito à conexão internacional, a RIU (Rede Interconexão Universitária, por sua sigla em espanhol), possui conexão em modo nativo desde o nó central da rede para as redes acadêmicas de prestações da América Latina e o mundo. Quanto à Internet comercial, ainda está na fase de implementação.
Em relação à conectividade interna, desde o nó central até as 38 universidades que integram a rede, está se trabalhando com um sistema de túneis configurados / automáticos e o modo nativo está na fase de implementação na VPN que constituem a rede. Para atingir esse objetivo está se trabalhando junto ao provedor a fim de acabar de implementar no país todo.
A rede MPLS de BT Latino-américa recebe apoio para IPv6 desde o início do ano de 2007 usando o "feature" 6PE. Esse "feature" permite aos roteadores de borda operar no modo "dual-stack" suportando IPv4 e IPv6 simultaneamente, incorporando também algumas novas funcionalidades no plano do envio e controle para transportar os pacotes IPv6 numa rede MPLS.
A rede MPLS de BT Latino-américa é usada para transportar o tráfego da Internet IPv4 e IPv6 dos nossos clientes. A nível do IPv6 a rede dispõe de vários upstream providers conectados no POP de Miami e com grande quantidade de peerings em vários países nos que a rede está presente. Até hoje somente temos clientes com IPv6 na Argentina e na Venezuela, mas continuamos promovendo a implementação do IPv6 com nossos clientes na região toda para que nosso tráfego IPv6 seja cada vez maior.
A apresentação realizada no evento LACNIC X acerca da nossa implementação geral do IPv6 está disponível no seguinte link: http://www.lacnic.net/sp/eventos/lacnicx/flip6.html.
A apresentação realizada no evento LACNIC XI acerca da nossa implementação do IPv6 na Venezuela está disponível no seguinte link: http://www.lacnic.net/sp/eventos/lacnicxi/flip6.html.
RedCLARA tem IPv6 nativo implementado desde julho de 2005 no backbone. O roteamento usa protocolo IS-IS em modo "single topology" para IPv4 juntamente com IPv6.
RedCLARA oferece serviços de unicast e multicast IPv6 para as NRENs (National Research and Education Networks) da América Latina conectadas. Hoje o backbone tem peerings IPv6 com todas as NRENs conectadas, e também com os provedores de tráfego acadêmico internacional com os que tem seus acordos (Internet2 Network, GEANT, CAnet e outros).
A prova tem dois objetivos:
• Objetivo 1: provar IPv6 para Internet
• Objetivo 2: provar IPv6 em uma VPN, sobre a rede MPLS da Telecom.
Para a primeira etapa da prova será usado um sistema de túneis. Numa etapa posterior será usado um sistema de Dual-Stack e modo nativo.
Para o objetivo 1, está sendo implementado um túnel em uma das conexões internacionais da Telecom Argentina S. A. desde um dos roteadores de borda da rede de Telecom. Nesse sentido, está-se trabalhando com um dos providers com os quais a Telecom há tempo tem peering IPv4.
Em relação ao objetivo 2, está-se trabalhando conjuntamente com um dos clientes da Telecom e já foram implementados túneis configurados em vários pontos da VPN desse cliente. Esses túneis já estão funcionando, e já estão transportando pacotes IPv6 na rede
Global Crossing foi o primeiro e continua sendo o único provedor das telecomunicações globais com IPv6 nativo instalado em suas redes de backbone tanto privadas quanto públicas; a empresa encontra-se numa situação excelente para permitir a transição para IPv6.
Mais de 40 clientes com serviços IPv6 e mais de cinco anos de experiência na operatividade do IPv6. Os clientes de Global Crossing misturam os dois protocolos, o IPv6 e IPv4, na mesma porta e dentro da mesma VPN.
O protocolo IPv6 tem sido implementado em forma nativa no backbone MPLS usando 6PE.
Temos peerings IPv6 com mais de 20 sócios.
O protocolo IPv6 foi implementado na Rede Acadêmica Nacional da Venezuela (REACCIUN) em 2005. Desde esse momento, existe o suporte de dual-stack e têm sido ativadas sessões IPv6 nativas unicast e multicast com as principais universidades nacionais, bem como com as redes avançadas RedCLARA e Internet2. De forma paralela, têm sido estabelecidas sessões IPv6 nativas unicast com nossos provedores de acesso à Internet comercial. Na REACCIUN é usado o protocolo de roteamento BGP conjuntamente com as sessões IPv6.
A Fundação CENIT promove a implementação do IPv6 a nível nacional, pelo que entre seus objetivos para 2010 está a adoção desse protocolo pelos outros membros da Rede Acadêmica Nacional, bem como a sua divulgação entre provedores de acesso à Internet nacionais.
Desde janeiro de 2009, a UTFSM tem uma rede IPv6 funcionando em configuração "dual-stack" com a tradicional rede IPv4. A rede IPv6 UTFSM possui uma rede de prefixo /32, delegada diretamente pelo LACNIC, a qual está conectada à Internet através de um enlace com o ISP Global Crossing.
Na primeira etapa de implementação foi realizada uma atualização do "backbone" da rede IP existente, avaliando alternativas de diferentes vendedores, o que hoje possibilita oferecer o IPv6 em toda a Casa Central da UTFSM.
A UTFSM é uma Universidade principalmente de carreiras de Engenharia, portanto há muitas unidades internas interessadas em ter IPv6 nativo e seu espaço próprio de endereços.
Em um futuro, pretende-se atualizar outras secções da rede, com a finalidade de outorgar conectividade IPv6 a todas as sedes e campus da Universidade.
O protocolo IPv6 foi implementado na rede da Dualtec em 2007 no modelo dual-stack. Nosso acesso internacional é feito pela rede da Global Crossing. Nós acreditamos em oferecer a seus clientes um caminho seguro e tranqüilo para as novas tecnologias.
A partir de 2010, todos os pedidos de IP de nossos clientes serão atendidos com IPv4 e IPv6 simultaneamente.
GTD tem hoje habilitado IPv6 com seus Upstream Provider Global Crossing, Telecom Itália e Sprint aos que anunciamos o bloco 200:160::/32 designado pelo LACNIC e blocos designados a outros clientes aos que temos entregue tráfego a suas redes IPv4/ IPv6.
• http://www.sixxs.net/tools/grh/dfp/all/?country=cl
Nossas equipes de Core, Alocação e Acesso estão configuradas em modo DualStack em todas suas interconexões permitindo entregar a nossos clientes tráfego para a Internet em IPv6/IPv4.
Todos os nossos clientes têm designado seu bloco IPv6 2800:160:XXXX::/48 e foram avisados que desde o dia 14 de agosto de 2009 têm disponível IPv6 em suas ligações e os novos clientes recebem por defeito IPv6/IPv4.
Também disponibilizamos ferramentas para que os clientes possam rever a sua conectividade em IPv6.
• http://speedtest.gtdinternet.com
• http://ipv6.gtdinternet.com
• http://www.grupogtd.com/ipv6
Além disso, implementamos em nossos resolvedores o DNS Cache IPv6 permitindo entregar o serviço de resolução de nomes dos dois protocolos, conseguindo a conectividade dos nossos servidores aos ROOT SERVER em IPv6/IPv4.
Em 25 de agosto deste ano implementamos conectividade direta em IPv6 à cópia de ROOT SERVER F no Chile.
GTD desde 2007 tem habilitado IPv6 na sua plataforma e está constantemente incentivando a adoção a seus clientes.
NIC Chile, o registro de nomes de domínio .CL, tem conectividade IPv6 em forma experimental desde inícios do ano de 2006, e desde meados de 2008 com conectividade nativa.
O compromisso com esta tecnologia surgiu em 2005, quando NIC Chile organizou em parceria com o LACNIC, o "IPv6 Tour" do país; evento que foi repetido em 2007. Além disso, o sistema de registro de nomes de domínio permite endereços IPv6 na área desde esse mesmo ano.
Hoje as redes de NIC Chile tem conectividade IPv6 em produção, incluindo a participação no projeto "Google over IPv6" desde setembro de 2009.
Os seguintes passos incluem ter o serviço DNS para .CL, serviço web para registro de nomes, whois, e serviço de secundário de nomes sobre o IPv6.
NipCable do Brasil Telecom LTDA está entre as operadoras com tráfego IPv6 no BRASIL em toda sua rede, seu site já se encontra com pilha dupla (IPv4 e IPv6), e tem mais de 10 clientes com implantação de IPv6 Nativo em suas redes.
IPv6 implementado em todo o core e em funcionamento em serviços xDSL, WiMax e Linha Dedicada. A modalidade usada é Dual Stack.
Encontra-se implementado IPv6 em todo o campus e tem sido criado um Tunnel Brocker para ter acesso à Internet comercial sobre o IPv6. No que respeita à rede de dados privada de sete cidades do país, encontra-se em processo de implementação.
NAP.EC é o ponto de troca de tráfego local da Internet localizado no Equador. O suporte IPv6 nativo para as conexões de peering está disponível desde o início de 2009. Em março de 2010 levantou-se a primeira sessão oficial para troca de tráfego.
Hoje a Cooperativa tem implementado IPv6 em seu backbone e as DMZ das fazendas de servidores.
Estão preparados para designar prefixos /48 aos clientes xDSL com PPPoE e aos usuários de linhas dedicadas via metro ethernet.
Hoje os peers de BGP que mantêm em IPv6 são Hurricane Electric e CABASE, enquanto se espera que a Telecom, Claro, Telefônica e Global Crossing habilitem o acesso nativo. Alguns desses 4 projetos já estão bastante avançados e planejam chegar a usar os acessos nativos para IPv6 Week. Caso contrário oferecerão acesso v6 via H.E. O serviço de IPv6 será gratuito para os clientes quando eles o solicitarem através de um simples formulário disponível na web.
A rede de ETB está anunciando IPv6 para Internet com vários upstream providers conectados no POP de Miami. Em uma primeira etapa de prova foi usado um sistema de túneis. Hoje há conexões com Dual-Stack. Em uma etapa posterior será provado um sistema em modo nativo.
A rede MPLS de ETB tem suporte para IPv6 usando os RFC correspondentes a 6PE e 6VPE. Permitindo aos clientes conectar domínios separados de IPv6 através do Backbone IPv4. Em uma etapa posterior será provado um sistema em modo nativo.
IPLAN está em processo de implementar IPv6 em sua rede e plataforma de serviços. Já deu cumprimento com a implementação de 6PE sobre seu backbone MPLS e encontra-se na fase de dar andamento aos Peerings e serviço de DNS. O projeto tem programado como fase posterior, integrar outras plataformas de serviços (Telefonia IP, Datacenter, plataformas de colaboração, etc).
É contemplado para 4Q de 2010 a realização de beta test com friendly customers antes da saída para produção no primeiro quadrimestre de 2011.
Google apresenta suporte ao IPv6 em sua rede Global, o que permite que seja estabelecido peering IPv6 com os ISP que necessitem, em qualquer um dos pontos de presença POPs.
Também as aplicações estão em uma muito alta percentagem migradas para o IPv6 incluindo (Search, Gmail, YouTube, Maps, etc)
Através da rede do Google, Youtube tem IPv6 suportado globalmente, permitindo assim estabelecer peering IPv6 com os ISP que necessitem, em qualquer ponto de presença de Google.
Os Vídeos de YouTube já estão suportados em IPv6
Na atualidade implementando a infraestrutura IPv6 nativa, tanto nos serviços web, quanto no acesso dos estudantes e trabalhadores da universidade. Ela tem uma designação realizada pelo LACNIC de recursos IPv6 e ASN, os quais estão na fase média de implementação para publicar todos os serviços em IPv6.
A RedUNAM tem IPv6 nativo em alguns segmentos da rede desde o mês de junho de 1999. Atualmente prossegue o trabalho de implementar as duas versões do IP em forma nativa desde o backbone até o nível de acesso em grande parte da RedUNAM, já com a primeira conexão IPv6 nativa com um ISP mexicano.
RedUNAM oferece serviços de IPv6 para algumas universidades e escolas da própria UNAM e de outras universidades que têm se conectado através de túneis de IPv6 sobre IPv4.
Hoje, todo o core da rede é IPv6 compatível (dual stack), estão sendo realizadas provas no laboratório com o DHCP Incognito compatível IPv6 e com os I-CMTS Cable modens, uma vez terminadas essas provas, vão começar com o teste de clientes de serviço. Respeito ao servidor de ligações internacionais (Global Crossing) já está implementado dual stack.
o protocolo IPv6 está sendo implementado desde 2007 na Americana Digital (AS28289) e hoje está funcionando desde l core da rede e até os clientes em forma nativa. Também apoia e participa de vários projetos de promoção para IPv6.
A primeira fase de implementação do protocolo IPv6 tem culminado a nível da rede interna e ativado o mesmo sob o sistema de dual Stack, sendo anunciado o bloco IPv6 2800:a000:/32. A plataforma principal da rede está baseada em roteadores Cisco 7609 e 7206 sob o Sistema Autônomo 27686 e plataforma de Firewall fortinet 3600, bem como um conjunto de servidores multiplataforma em sistemas operacionais Windows Server 2003, Centos 5.6. Os serviços Web encontram-se sob Apache e IIS.
UNITEC tem implementado desde junho de 2009, uma "rede IPV6 " a serviço dos estudantes, funcionando em "dual-stack" com IPv4. Têm um segmento delegado diretamente pelo LACNIC com prefixo /48. Hoje encontram-se esperando que os provedores da Internet (ISP) o implementem para conectá-lo de forma nativa.
A maioria dos serviços oferecidos ao público em geral encontram-se sob transporte IPv6. Há anos que oferecem o serviço de DNS sob transporte IPv6 com servidores nos Estados Unidos, porém, o restante dos serviços representavam um desafio maior por estarem os servidores localizados no México. Os dois provedores principais de conectividade (Telmex e Axtel) instalaram conexões nativas de IPv6 nos Estados Unidos durante o primeiro semestre de 2011 e graças ao anterior existe conectividade multihoming IPv6 nativa no México. Durante as últimas semanas se trabalhou intensamente em preparar a infraestrutura e hoje já é uma realidade ao ter IPv6 para:
• www.nic.mx
• www.registry.mx
• whois.mx
• whois.mx,TCP/43
Telmex Colômbia tem implementado IPv6 no interior da rede com vários sub-blocos para clientes corporativos, bem como também a montagem de 6VPE para Internet. O provedor de IX em IPV6 é TATA, e trabalha na interconexão IPv6 com os operadores locais da Colômbia (NAP Colômbia).
Encontra-se estabelecida uma sessão BGP IPv6 contra Hurricane Electric, onde é publicado o bloco 2800:940::/32. Neste momento Nodosud está negociando para levantar sessões BGP IPv6 contra Globalcrossing e Telecom. Na própria rede já há DNS e servidores de correio trabalhando com IPv6.
A empresa é originária da Colômbia, mas possui IPv6 nativo desde janeiro de 2011 tanto para Colômbia, Equador, Peru e Chile.
UNE EPM Telecomunicações tem implementado IPv6 dual stack em toda a sua infraestrutura de roteamento assim como em todas as ligações de interconexão locais e internacionais, sendo o prefixo: 2800:e0::/28 (AS 13489). Hoje o IPv6 está disponível para todos os clientes de Acesso Dedicado (dual stack) e estão trabalhando na implementação do IPv6 dual stack no serviço de Banda Larga nas tecnologias ADSL, CM e PON.
A Universidade Nacional de Loja, acredita que a implementação do Protocolo da Internet versão 6 (IPv6) na rede de dados é fundamental para a abertura da Internet, tanto por resultado de uma pesquisa quanto por atualizações permanentes. Na Universidade Nacional de Loja, o IPv6 está implementado nos principais serviços da Internet (Web, email, dns, dhcp, entre outros), com saída para Internet comercial sobre IPv6 nativa. Em termos dos usuários finais, está-se em processo de implementação.
Telecentro encontra-se implementando IPv6 sob o sistema de 6VPE. Dispõe de peers de BGP para IPv6 tanto Nacionais quanto Internacionais e está em condições de oferecer serviço em dual-stack para grandes clientes. Além disso, encontra-se em fase de provas para poder oferecer esse tipo de serviços sobre cable modem. Também se encontra em processo de implementar um DNS diretamente em IPv6.
Tem uplink BGP pilha dupla para Carriers da Internet Level-1 nos Estados Unidos anunciando o prefixo global /34 entregue pelo LACNIC à organização.
Tem uma rede IPv6 nativa pronta para oferecer serviços só IPv6 e pilha dupla com tecnologias como CarrierEthernet, MPLS e Docsis 3.0.
Uma implementação de sistemas de transição como NAT64 e DNS64 possibilita, em breve, o fornecimento de serviços de próxima geração aos usuários.
Foi ativada a interfase com IPv6 para o Carrier Transtelco e há disponíveis sessões BGP para anunciar o prefixo dado pelo LACNIC. O passo seguinte é realizar provas desde a LAN. Espera-se que o provedor de provisionamento realize a atualização de seus servers para suportar IPv6 e assim entregar a nova versão do protocolo IP para os assinantes.
ERT E.S.P SA Empresa de Recursos Tecnologicos - www.ert.com.co implementou o IPv6 em sua rede com o prefixo IPv6: 2800:9 F0 :: / 32 que é colocada na Internet a través do AS 27845.
Agora disponível para todos os assinantes de conectividade com DRT através de dual stack.
Este projeto também vai incluir os usuários em massa, corporativos, educacionais e governamentais, fornecendo todo o conhecimento de engenheiros.
No processo de implementação do IPv6 na Universidade, até agora já foram instalados serviços básicos de rede como DNS e WWW, realizando testes de conectividade desde e para a Internet.
A rede IP de Bestel conta com Dual Stack em todos os elementos do core e nos principais equipamentos de acesso para oferecer tráfego IPv6 nativo. Tem estabelecido peering IPv6 no modo nativo a tier 1 nos Estados Unidos para conexão direta às redes de IPv6.
NET começou a oferecer Dual Stack nativo para clientes de banda larga em agosto de 2012