Sem o IPv6 os ‚Äúpa√≠ses n√£o poder√£o se comunicar uns com os outros‚ÄĚ

Sem o IPv6 os ‚Äúpa√≠ses n√£o poder√£o se comunicar uns com os outros‚ÄĚ

A América Latina e o Caribe vivem uma situação díspar em relação à adoção do mais recente protocolo da Internet, o IPv6, apesar dos esforços de LACNIC e da comunidade para acelerar sua expansão e uso no continente. De um lado, há países que têm avançado e já têm até 9% do seu tráfego com esta tecnologia, e do outro há territórios que não têm sequer implantado o IPv6.

Alejandro Acosta, engenheiro de inovação e desenvolvimento de LACNIC, afirma que existe um grande risco de que os países não possam se comunicar uns com os outros por falta da adoção desse protocolo da Internet que oferece grandes vantagens respeito ao anterior, o IPv4.

Durante o evento de LACNIC no Chile, Acosta

Voc√™ acha que as empresas e organiza√ß√Ķes da regi√£o s√£o cientes da import√Ęncia do uso do IPv6?

√Č uma pregunta complexa. H√° muitas organiza√ß√Ķes que sim s√£o cientes dessa realidade e, portanto t√™m realizado trabalhos a esse respeito. Por√©m, a maioria das organiza√ß√Ķes na Am√©rica Latina e o Caribe, tenho certeza de que ainda n√£o tomaram consci√™ncia. Eu acredito que 2015 vai ser um ano muito significativo na difus√£o e ado√ß√£o do IPv6 por parte das organiza√ß√Ķes privadas.

Que est√° faltando para dar maior impulso ao IPv6?

Eu acho que é uma combinação de muitas coisas. Os governos têm que tomar uma posição mais firme respeito a essa situação no sentido de incentivar a adoção do IPv6 em seus países. Os ISP, os usuários, os internautas e as universidades também podem ajudar na difusão do protocolo.

Que poderia acontecer na região da América Latina e o Caribe se alguns países avançarem mais no IPv6 do que outros?

Esta quest√£o tem sido debatida muito na Europa onde h√° n√≠veis dispares de desenvolvimento, e a resposta √© muito simples: infelizmente, os pa√≠ses que se atrasem, v√£o ficar isolados, porque a Internet n√£o tem fronteiras e os pa√≠ses t√™m o imperativo de se conectar com o mundo. Que vai acontecer? Pa√≠ses que tiverem adotado o IPv6 e quiserem se conectar com o pa√≠s que ainda n√£o tiver adotado, n√£o v√£o poder se comunicar com eles. Isso afetar√° as organiza√ß√Ķes que est√£o em ambos os pa√≠ses. E isso j√° tem acontecido em v√°rios ISP. Clientes de ISP na regi√£o, em que o ISP n√£o estava oferecendo o IPv6, tiveram de se mudar para outro ISP que sim estivera oferecendo o IPv6.

Que países estão mais avançados na região?

Neste momento, o Peru tem uma adoção maior a 9%. Os países menos avançados são centro-americanos.

Que benefícios vai ter o usuário final com o IPv6?

Muitos. Eu vou mencionar apenas dois. O primeiro é conectar uma grande quantidade de dispositivos em seu lar ou na sua empresa diretamente à Internet: isso vai trazer à Internet das coisas. O segundo benefício é o fato de que os aplicativos não vão falhar.

Simples conselhos sobre endereçamento IPv6 (para ISP)

Alejandro Acosta
por Alejandro Acosta

O modelo geral de um operador pode ser apreciado como um pequeno caso da IANA para os RIR.

Em geral, um provedor ao receber um bloco IPv6 por parte do seu RIR deve ter um plano de endereços IPv6 (da mesma forma que no IPv4).

Graças ao enorme espaço de IPv6, designar blocos específicos para determinadas tarefas, tornou-se muito comum. Por exemplo:

  • a) Bloco de endere√ßos para redes WAN
  • b) Bloco de endere√ßos para LAN
  • c) Um espa√ßo para Loopbacks para diferentes dispositivos
  • d) Um espa√ßo para ULA (Unique Local IPv6 Unicast Addresses RFC 4193) se for necess√°rio
  • e) Um espa√ßo para Core de rede
  • f) Bloco de endere√ßos para clientes

Uma prática importante por motivos de segurança é não designar os blocos e os endereços de forma consecutiva, lembre-se de que o espaço do IPv6 é enorme e, adicionalmente, que desejamos realizar uma implementação o menos vulnerável possível.

As melhores pr√°ticas apontam:

  • H√° que designar /64 para Loopbacks
  • /64 para LAN
  • /64 para WANs (ou designar /127 e reservar o /64)
  • /48 para POPs

√Č muito importante trocar o nosso Switche, j√° n√£o estamos em IPv4 e os conceitos de poupan√ßa de Ips desaparecem.

Na pr√°tica, vamos trabalhar com os bits entre /32 e /48. √Č realmente muito simples. Lembre-se de que o IPv6 est√° dividido em 8 campos de 16 bits cada um. O que vamos fazer √© brincar com uma parte dessa nomenclatura. No exemplo acima faremos o seguinte:

[___ NET  ID __     ]   [Subnet]  [Divisão]   [________  Interfase ID ____________]

2001:0db8:0000:0000:0000:0000:0000:0000

[C1]          [C2]         [C3]          [C4]            [C5]          [C6]           [C7]          [C8]

Neste caso, o que fazemos é brincar com o terceiro campo de zeros (Subnet). Ali temos especificamente 16 bits = 65535 subnets que podemos criar para diferentes necessidades. Um plano de endereçamento pode ser o seguinte:

Plano de endereçamento (macro):

a) Para loobacks:

  1. Pegar todo o 2001:db8:00000000::/48
  • 2001:db8:0:0::1/64 Loopback #1
  • 2001:db8:0:1::43/64 Loopback #2
  • 2001:db8:0:2::00A7/64 Loopback #3

b) Segmentos LANs:

  1. Pegar todo o 2001:db8:000E::/48
  • 2001:db8:000E:0::/64 Segmento LAN #1
  • 2001:db8:000E:23::/64 Segmento LAN #2
  • 2001:db8:000E:286::/64 Segmento LAN #3

c) Para WANes

  1. Pegar todo o 2001:db8:005A::/48
  • 2001:db8:005A:0::/64 Segmento WAN #1
  • 2001:db8:005A:42::/64 Segmento WAN #1
  • 2001:db8:005A:00C2::/64 Segmento WAN #1

d) Para POPs

  1. 2001:db8:00D9::/48 Ponto de Presença #1
  2. 2001:db8:139::/48    Ponto de Presença #1
  3. 2001:db8:02FD::/48  Ponto de Presença #1

Conselhos adicionais:

1) Uma prática que queremos mencionar muito rapidamente e deixamos ao juízo do leitor é designar prefixos IPv6 por tipo de serviços. Por exemplo: imagine uma Datacenter que forneça a seus clientes os serviços de hosting compartilhado (Virtualhosting) e servidores dedicados a seus usuários (independentemente de físico ou virtual), o provedor de serviços pode designar diferentes redes /48 para essas plataformas. Entre as vantagens podemos citar:

  • Gerenciamento mais simples da qualidade de servi√ßos dentro da rede do provedor
  • Publica√ß√£o de prefixos /48 por BGP por servi√ßos e mais flex√≠vel
  • Tratamento mais cuidadoso aos clientes VIP
  • Localiza√ß√£o e resolu√ß√£o de problemas com mais facilidade

2) Por √ļltimo, naquelas organiza√ß√Ķes multi-pa√≠s/multi-prov√≠ncia/estado podem ser feitas cosas simples e simp√°ticas que v√£o trazer benef√≠cios a longo prazo. Por exemplo: a empresa tem presen√ßa na Argentina, Col√īmbia e Venezuela, seus c√≥digos de pa√≠s s√£o: 54, 57 e 58 respectivamente. Observe o campo n√ļmero 3 no seguinte endere√ßamento IPv6:

Bloco: 2001:db8:0:0:0:0:0:0/32:

  • ¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Argentina: 2001:db8:54:0:0:0:0:0/48
  • ¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Col√īmbia: 2001:db8:57:0:0:0:0:0/48
  • ¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† Venezuela: 2001:db8:58:0:0:0:0:0/48

No caso anterior usamos os códigos de país, mas perfeitamente poderiam ter sido usados os códigos dos estados ou províncias. Inclusive, o terceiro campo pode ser o país o quarto, o estado.

  • Venezuela: 2001:db8:58:212:0:0:0:0/56¬† (212=Cidade de Caracas)

Esperamos que esses concelhos sejam √ļteis para voc√™.

Por mais informa√ß√Ķes acesse: www.lacnic.net

Não há mais endereços IPv4 na América Latina e o Caribe

Hoje a região entrou definitivamente na fase de esgotamento da velha tecnologia da Internet (IPv4);  preocupa atraso na implementação do novo protocolo IPv6 nas redes da região.

A Casa da Internet da América Latina e o Caribe, 10 de junho.- O Registro de Endereçamento da Internet para a América Latina e o Caribe (LACNIC), responsável pela designação de recursos para essa região, anunciou hoje o esgotamento do estoque dos endereços IPv4 e expressou sua preocupação pela demora dos operadores e governos em implementar o protocolo da Internet (IPv6) na região.

LACNIC informou hoje que tendo atingido os 4.194.302 endereços IPv4 em seu estoque, entram em vigor políticas restritivas para a entrega de recursos da Internet no continente, que na prática significam o esgotamento dos endereços do IPv4 para os operadores de redes na América Latina e o Caribe.

“Estamos diante de um fato hist√≥rico que n√£o por ser esperado e anunciado, √© menos importante”, afirmou o CEO de LACNIC, Ra√ļl Echeberr√≠a. “A partir de agora LACNIC e os Registros Nacionais somente podem designar quantidades muito pequenas de endere√ßos IPv4, insuficientes para atender √†s necessidades de nossa regi√£o”. A organiza√ß√£o j√° entregou mais de 186 milh√Ķes de endere√ßos IPv4 na Am√©rica Latina e o Caribe desde o in√≠cio de suas opera√ß√Ķes em 2002.

Mais informa√ß√Ķes : http://www.lacnic.net/pt/web/anuncios/2014-no-hay-mas-direcciones-ipv4-en-lac

LACNIC re√ļne-se com autoridades e operadores da Am√©rica Latina por mudan√ßa de protocolo da Internet

O Registro de Endere√ßamento da Internet para a Am√©rica Latina e o Caribe (LACNIC) come√ßou, uma s√©rie de visitas e reuni√Ķes com autoridades e empres√°rios da Am√©rica Latina para informar sobre o iminente esgotamento do estoque regional dos endere√ßos IPv4 e as mudan√ßas tecnol√≥gicas que devem ser implementadas para permitir o normal desenvolvimento da Internet nesse pa√≠s.

Os endereços IP são um recurso finito e vital para o correto funcionamento da Internet, e neste ano, existem desafios importantes decorrentes principalmente do começo de uma nova etapa, em que a disponibilidade de endereços IP versão 4 (IPv4) vai ser cada vez menor. Esta nova etapa requer da participação ativa de todos os atores relevantes a fim de torná-la o mais suave possível, garantindo o crescimento contínuo da Internet através de uma correta transição para a versão 6 (IPv6) do protocolo da Internet, de forma estável e segura em todos os países da região.

De fevereiro a final de mar√ßo, especialistas de LACNIC visitaram organiza√ß√Ķes de governo e provedores da Internet da Venezuela, Panam√°, Col√īmbia, Equador, Peru, Trinidad e Tobago, Chile e Argentina para gerar consci√™ncia sobre o esgotamento iminente do IPv4 e a necessidade de concretizar a implementa√ß√£o definitiva do IPv6.

Mais de seis de cada dez organiza√ß√Ķes da Internet da regi√£o possuem pelo menos um bloco de endere√ßos IPv6, a nova tecnologia da Internet que substitui ao velho protocolo IPv4.

Brasil lidera o ranking dos pa√≠ses com maior quantidade de designa√ß√Ķes de IPv6, seguido pela Argentina, Col√īmbia, M√©xico, Chile, Costa Rica, Equador, nessa ordem, segundo os registros t√©cnicos de LACNIC.

Hoje cinco de cada dez latino-americanos tem acesso √† Internet, um n√ļmero que deve crescer nos pr√≥ximos 30 meses. Estima-se que haver√° 100 milh√Ķes de novos usu√°rios da Internet quando chegarmos a 2015, totalizando 355 milh√Ķes de internautas na Am√©rica Latina e o Caribe.


Estado do IPv4 no final de 2012

Mesmo sabendo que o espa√ßo de endere√ßamento IPv4 est√° chegando ao fim, este artigo apresenta uma s√≠ntese do estado da disponibilidade dos endere√ßos IPv4 no final de 2012, tanto a n√≠vel global quanto regional. As informa√ß√Ķes contidas aqui podem ser achadas em diferentes sites da Internet aos que fazemos refer√™ncia, mas n√£o est√£o compiladas em um √ļnico lugar, nem totalmente traduzidas para as l√≠nguas da nossa regi√£o.

Assume-se que o leitor conhece o sistema actual de aloca√ß√£o e designa√ß√£o de endere√ßos na Internet e a rela√ß√£o entre a IANA, os registros regionais e os ISP/ usu√°rios finais. Para mais informa√ß√Ķes sobre o assunto, acesse o site da IANA: http://www.iana.org/numbers

Endereços disponíveis por parte da IANA

Em fevereiro de 2011, o estoque central de endere√ßos IPv4 administrado pela IANA (Internet Assigned Numbers Authority) estava finalmente esgotado. Nesse momento, por ficarem dispon√≠veis apenas cinco blocos /8, foram entregues a cada um dos cinco RIR, em concord√Ęncia com a pol√≠tica global em vigor. Acesse esta nota e veja a cerim√īnia de entrega e outras informa√ß√Ķes relacionadas: http://lacnic.net/sp/anuncios/2011-agotamiento-ipv4.html

5414329514_a0a98b066f

Para ver um mapa completo da alocação dos 256 blocos /8 originais, pode acessar o site da IANA: http://www.iana.org/assignments/ipv4-address-space/ipv4-address-space.xml

A partir desse momento, cada RIR come√ßou a dispor somente do seu estoque de endere√ßos IPv4 o que levou a realizar diferentes previs√Ķes do esgotamento dos endere√ßos IPv4 dispon√≠veis, de acordo com a regi√£o envolvida. A seguir, uma an√°lise da situa√ß√£o em cada uma das regi√Ķes de cobertura dos cinco registros regionais.

Endereços disponíveis por parte dos RIR

Todos os registros regionais t√™m uma pol√≠tica que entra em vigor a partir da que se considera uma situa√ß√£o de esgotamento “na pr√°tica” dos recursos IPv4. Essa situa√ß√£o acontece em geral quando se chega ao √ļltimo bloco /8 dispon√≠vel, embora no caso do LACNIC s√£o reservados dois blocos /12. A partir dessa situa√ß√£o de “esgotamento virtual”, os registros regionais n√£o continuam designando endere√ßos IPv4 em fun√ß√£o da necessidade mas sim estabelecem um limite m√°ximo por organiza√ß√£o, normalmente um /22. Uma vez atingida essa situa√ß√£o, considera-se que o registro tem esgotado seu estoque ‚Äďainda que o RIR disponha de endere√ßos- j√° que n√£o pode satisfazer a procura real das organiza√ß√Ķes/ ISP.

APNIC

O primeiro registro regional em esgotar seu estoque de endere√ßos IPv4 foi APNIC. Em 15 de abril de 2011 come√ßou a ser usado o espa√ßo do √ļltimo bloco /8 dispon√≠vel, momento a partir do qual entrou em vigor uma pol√≠tica que s√≥ permite designar no m√°ximo um bloco /22 por organiza√ß√£o (nova ou j√° existente), por uma √ļnica vez. Veja a informa√ß√£o no site de APNIC: http://www.apnic.net/publications/news/2011/final-8

Resulta interessante analisar o seguinte gr√°fico de Geoff Huston que mostra claramente a situa√ß√£o de escassez que se produze a partir de abril de 2011: se a m√©dia da procura (e designa√ß√£o) de endere√ßos em 2010 era da ordem de 2 milh√Ķes por semana, a partir da entrada em vigor da pol√≠tica do “√ļltimo /8″, a designa√ß√£o de endere√ßos √© praticamente insignificante. Nota-se tamb√©m uma acelera√ß√£o da procura nas primeiras semanas de 2011, motivadas pela proximidade da entrada em vigor dessa pol√≠tica.

RIPE-NCC

Em 14 de setembro de 2012, o registro regional da Europa tamb√©m come√ßou a usar o √ļltimo bloco /8 do seu estoque. A partir desse momento, a pol√≠tica vigente indica que somente ser√£o outorgados no m√°ximo blocos /22. Pode acessar a not√≠cia nos seguintes links do site de RIPE:

488308_10152089993770023_1462138364_n

ARIN, LACNIC e AfriNIC

Esses 3 registros n√£o tiveram ainda que usar o seu √ļltimo bloco e existem diferentes estimativas da data em que come√ßar√£o a faz√™-lo. Uma das estimativas mais conhecidas √© a de Geoff Huston, dispon√≠vel no seguinte link: Relat√≥rio de endere√ßos IPv4: http://www.potaroo.net/tools/ipv4/index.html

Data projetada do esgotamento do estoque de
endereços dos RIR:
RIR Data
esgotamento projetada
Endereços
restantes no estoque dos RIR (/8s)
APNIC:

19-abril-2011 (atual)

0.8937
RIPE
NCC:

14-setembro-2012 (atual)

0.9457
ARIN:

08-junho-2014

3.0049
LACNIC:

23-setembro-2014

2.8762
AFRINIC:

22-fevereiro-2021

3.8043

Veja de uma forma mais gr√°fica no seguinte link: http://www.potaroo.net/tools/ipv4/plotend.png

Por sua vez, o LACNIC tamb√©m tem suas pr√≥prias previs√Ķes acerca da data de esgotamento de seus recursos IPv4: http://www.lacnic.net/web/lacnic/reporte-direcciones-ipv4

Vale a pena mencionar os relatórios periódicos comparativos dos diferentes RIR que vem publicando o NRO (www.nro.org), disponíveis no seguinte link: http://www.nro.net/statistics

Conclus√Ķes

Como se pode ver, uma parte importante da Internet mundial encontra-se em √°reas cujos registros regionais j√° t√™m esgotado seus recursos IPv4 e onde as novas exig√™ncias para novos endere√ßos IP encontram fortes restri√ß√Ķes. Al√©m disso, se nos basearmos nos progn√≥sticos mencionados antes, podemos assumir que no segundo semestre do ano pr√≥ximo, a maior parte da Internet n√£o vai ter recursos IPv4 suficientes. Por tudo isso, √© conveniente come√ßar a considerar esgotado o protocolo IPv4 e come√ßar a pensar numa Internet baseada em IPv6. Particularmente na nossa regi√£o, dever√≠amos considerar que apenas temos um ano e meio para adotar a nova vers√£o do protocolo IP e assim evitar os problemas que v√£o resultar da escassez de endere√ßos IPv4.

Referências

Upcoming Events